Posts Tagged ‘Linux’

Agora a Unreal engine 3 pode ser baixada de graça!

6 de novembro de 2009

Se você desenvolve jogos, sabe que é muito dificil conseguir acesso as boas engines de desenvolvimento. Ainda que este quadro tenha mudado um pouco nos últimos anos, afinal a microsoft já distribui o framework XNA e o Visual Studio gratuitamente para os estudantes, mas e para aqueles que não estão matriculados em uma universidade como fica, usar software não licenciado? A Epic respondeu esta questão, eles disponibilizam a engine Unreal 3 pra você de graça e sem perguntas! É claro que esta engine tem propósitos educacionais, mas se você lançar um jogo comercial, o pessoal da Epic  tem planos para facilitar o processo de licença da engine.

[Vimeo 7455547 ]

Outra opção é usar uma engine aberta como a Blender Game engine.

Logo que as férias da universidade começarem, vou iniciar o projeto para desenvolvimento de um jogo, ainda estou decidindo alguns detalhes e juntando umas lascas para comprar um novo computador, quem quiser saber mais sobre o meu trabalho deixe um comentário.

Qual sistema operacional vai ocupar o seu HD neste fim de ano?

25 de outubro de 2009

O Windows 7 foi lançado mundialmente nesta 5ªfeira, eu que já havia instalado a versão professional há mais de um mês (pois a universidade recebeu antes) posso dizer que a Microsoft fez um bom trabalho nesta versão. O sistema se inicia muito rapidamente e possui vários melhorias quanto à usabilidade, por exemplo a tela se redimensiona ao pressionar as teclas winkey+seta p/ direita ou esquerda e assim podemos colocar duas janelas lado a lado e facilitar a transferência de arquivos, este procedimento também funciona com o mouse ou seu próprio dedo usando uma tela touchscreen, há muitos outros exemplos já divulgados pela internet  sobre o assunto.

Do lado da maçã, a novidade veio mais cedo (em setembro) com o Snow leopard, que nada mais é que uma recompilação do sistema da Apple para os seus computadores, este “update” não suporta a arquitetura PowerPC e por isso muito espaço em disco deixa de ser desperdiçado com bibliotecas e binários que com certeza não terão aplicação alguma nos Mac Intel.

Já para o pessoal do pinguin teremos o lançamento do Ubuntu Karmic Koala marcado para o dia 29 de Outubro além de outras distribuições como o Madriva Linux One 2009 Spring, Debian 5 (Lenny), Slackware 13….. opção é que não falta aqui.

Eu aguardo o lançamento do Ubuntu 9.10, pois esta versão trouxe muitas facilidades para o usuário final, não que estas melhorias não possam ser usadas hoje, afinal se o software é livre basta implementar ou usar a versão beta do Ubuntu Karmic. E por falar em usar a versão beta do Ubuntu 9.10 segue o link para fazer a instalação de vários  aplicativos, codecs e outros recursos para facilitar o uso do desktop com o linux.

E você? Qual SO vai usar depois destes lançamentos?

Sul-coreanos desenvolvem um minigame portátil.

5 de outubro de 2009

Em 1.999 a Bandai lançou um portátil chamado Wonderswan, que como muitos outros, tentou competir contra o Gameboy, mas pouco tempo após o seu lançamento, ele caiu por terra e durou menos que o NeoGeo pocket da SNK.

Dez anos depois uma empresa na Coréia do Sul a Hardkernel, desenvolveu um aparelho com um design muito semelhante ao do wonderswan, mas com a performance do iPhone 3GS e inclusive com o mesmo processador  Samsung S5PC100 (CortexA8) 667/833Mhz! Lembrando que o processador chega em 833Mhz por meio de overclock.

A tela é multi-touch e possui a resolução 320 x 480 (HVGA), tem conexão pela rede Wi-Fi b/g e Bluetooth.

Veja as especificações detalhadas aqui.

Os jogos podem ser tão complexos quanto os jogos de PSP.

Os jogos podem ser tão complexos quanto os jogos de PSP.

Uma das características mais importantes deste aparelho é o suporte ao sistema operacional Android de fábrica, o que pode trazer vários aplicativos livres e facilitar a criação de emuladores para aquelas plataformas que nunca esquecemos.

O único senão para o aparelho é o preço estimado em US$200,00! Se este for o preço do aparelho não vai rolar.

Veja o Odroid em ação.

Sugestão para boas risadas: Nerdson não vai a escola.

4 de outubro de 2009

Um blog muito divertido, repleto de boas tirinhas; recentemente o Karlisson (autor do Nerdson) fez uma paródia com a série o “Mundo de Beakman” que ficou ótima, vale a visita.

Veja uma história do Nerdson no “Mundo de Geekm4n”!

O programa passava na Cultura aqui em São Paulo era ótimo.

O programa passava na TV Cultura aqui em São Paulo e era ótimo.

Ele também escreve alguns tutoriais sobre o Inkscape, um editor de imagens vetorial ainda em estágio inicial de desenvolvimento, mas com muito potencial e com um longo caminho a ser percorrido.

Ubuntu Linux vai completar 5 anos e somos nós quem iremos ganhar um presente!

29 de setembro de 2009

No dia 20 de Outubro de 2004 a fundação Canonical lança pela primeira vez a sua distribuição o Ubuntu 4.10, esta distribuição foi derivada do Debian, porém o Ubuntu possui certas particularidades, por exemplo a contagem da versão é baseada na regra ano.mês ao invés da contagem tradicional das versões.
No Ubuntu não há versões pagas, assim todas as novidades chegam integralmente a todos os usuários sem distinção.
A facilidade de uso do sistema para instalar novos dispositivos e o uso do Gnome como desktop padrão ajudam bastante os novos usuários, mesmo quem está muito acostumado a usar o windows consegue em pouco minutos se adaptar e usar o Ubuntu. E para provar isso instalei o Ubuntu 9.04 num computador de um usuário que já estava bem acostumado a usar o Windows e o Office e como previ foi muito tranquilo o uso, todos os dispositivos foram instalados sem a minha intervenção, a multifuncional HP bastou ligar e poucos segundos depois já estava instalada.
Os aplicativos foram instalados pelo Synaptic de propósito pra confirmar que é possível usar o Linux sem tocar no terminal, mas é claro que as coisas são muito mais fáceis pelo bash.
Após 90 minutos tinhamos um computador com sistema operacional, dispositivos e aplicativos instalados e atualizados, claro a conexão de banda larga era muito boa e contribuiu nas atualizações, que inclusive foram baixadas enquanto o sistema estava sendo instalado!
Daqui 30 dias teremos uma nova versão liberada pela Canonical que terá uma dura missão pela frente: manter a estabilidade, o rápido tempo de boot e melhorar a interface gráfica para competir com a nova versão do Windows que será lançada oficalmente em outubro também.
Com essa disputa acirrada pela preferência do usuário, quem ganha o presente somos nós que temos um OS cada vez mais caprichado!
ubuntu-logo_by-ubuntista-com

Para aqueles que vão direto ao código! Eu Vim!

27 de setembro de 2009

O Vim é um editor simples, minimalista ao extremo e que exige alguma atenção e paciência para aprender a usar, mas com a adição de alguns plugins seu uso melhora muito.
Se pra você interface gráfica é um mero detalhe, o editor VIM já deve ser conhecido de longa data, mas para aqueles que ainda estão aprendendo a usar, ou usam um editor mais amigável como o Gedit ou o Kate e querem se aventurar no Vim, recomendo o uso do plugin SnipMate:


Assim fica muito fácil programar sem errar a sintaxe!

Também recomendo a leitura do artigo do Henrique gogó para ajudar na instalação dos plugins do Vim.
Até vejo o rosto feliz de alguns desenvolvedores que com certeza irão COMENTAR sobre este post. 🙂

RAID XII

26 de setembro de 2009

RAID-0

Tendo dois ou mais dispositivos aproximadamente do mesmo tamanho, é possível combinar suas capacidades de armazenamento, bem como seus desempenhos, através do acesso em paralelo.

Modifique ou crie o arquivo /etc/raidtab para descrever a sua configuração. Observe o exemplo:

    raiddev /dev/md0
    raid-level 0
    nr-raid-disks 2
    persistent-superblock 1
    chunk-size 4
    device /dev/hda6
    raid-disk 0
    device /dev/hda7
    raid-disk 1

Como no modo linear, não há suporte para discos reserva. RAID-0 não oferece redundância: se um disco falhar todo o conjunto irá falhar.

Se você já possui um dispositivo de RAID existente, execute o comando para interrompê-lo e forçar a construção. Crie o dispositivo de RAID através dos comandos:

    # raidstop /dev/md0
    # mkraid --force /dev/md0
    DESTROYING the contents of /dev/md0 in 5 seconds, Ctrl-C if unsure!
     handling MD device /dev/md0
    analyzing super-block
    disk 0: /dev/hda6, 1028128kB, raid superblock at 1028032kB
    disk 1: /dev/hda7, 1028128kB, raid superblock at 1028032kB
    #

Isto irá inicializar os superblocos e iniciar o dispositivo raid. Observando o arquivo /proc/mdstat temos:

    # cat /proc/mdstat
    Personalities : [raid0]
    read_ahead 1024 sectors
    md0 : active raid0 hda7[1] hda6[0] 2056064 blocks 4k chunks
    unused devices: <none>
    #

Agora o dispositivo /dev/md0 já está pronto. Pode ser criado um sistema de arquivos e ser montado para uso.

RAID Parte – XI

25 de setembro de 2009

Configuração de RAID

Vamos a parte BOA DO RAID AGORA!!!!!

Antes de configurar qualquer um dos níveis de RAID, siga os seguintes procedimentos:

  • Instale as ferramentas para RAID:
  • Observe conteúdo do arquivo /proc/mdstat:
  • Este arquivo você sempre irá verificar para checar as configurações de RAID. Observe que nenhum dispositivo de RAID está atualmente ativo.
  • Crie as partições que você desejar incluir em sua configuração de RAID, por exemplo:
  • O próximo passo dependerá do nível de RAID que você escolheu usar; estaremos vendo a seguir cada uma destas configurações.
    # rpm -ivh raidtools*
    raidtools ############################## #
    # cat /proc/mdstat
    Personalities : read_ahead not set
    unused devices: <none> #
    # fdisk /dev/hda
    Comando (tecle m para obter ajuda): n

3.4.1. Modo Linear

Se você tem duas ou mais partições que não são necessariamente do mesmo tamanho. Você poderá concatenar uma com a outra.

Crie o arquivo /etc/raidtab para descrever sua configuração. Uma raidtab para dois discos em modo linear, terá uma aparência semelhante a esta:

    raiddev /dev/md0
    raid-level linear
    nr-raid-disks 2
    chunk-size 32
    persistent-superblock 1
    device /dev/hda6
    raid-disk 0
    device /dev/hda7
    raid-disk 1

Nos exemplos utilizaremos duas ou três partições de aproximadamente 1GB, sendo elas hda5, hda6 e hda7, dependendo da configuração de RAID. Discos sobressalentes não são suportados aqui. Se um disco falhar, o arranjo irá falhar juntamente com ele. Não existem informações que possam ser colocadas em um disco sobressalente.

Para criar o arranjo execute o comando:

    # mkraid /dev/md0
    handling MD device /dev/md0
    analyzing super-block
    disk 0: /dev/hda6, 1028128kB, raid superblock at 1028032kB
    disk 1: /dev/hda7, 1028128kB, raid superblock at 1028032kB #

Isto irá inicializar o arranjo, escrever os blocos persistentes e deixar pronto para uso. Checando o arquivo /proc/mdstat você poderá ver que o arranjo está funcionando:

    # cat /proc/mdstat
    Personalities : [linear]
    read_ahead 1024 sectors
    md0 : active linear hda7[1] hda6[0] 2056064 blocks 32k rounding
    unused devices: <none>
    #

Agora você já pode criar um sistema de arquivos, como se fosse em um dispositivo normal:

    # mke2fs /dev/md0
    mke2fs 1.18, 11-Nov-1999 for EXT2 FS 0.5b, 95/08/09
    Filesystem label=
    OS type: Linux
    Block size=4096 (log=2)
    Fragment size=4096 (log=2)
    257024 inodes, 514016 blocks
    25700 blocks (5.00%) reserved for the super user
    First data block=0
    16 block groups
    32768 blocks per group, 32768 fragments per group
    16064 inodes per group
    Superblock backups stored on blocks:
        32768, 98304, 163840, 229376, 294912
    Writing inode tables: done
    Writing superblocks and filesystem accounting information: done

Criar um ponto de montagem e montar o dispositivo:

    # mkdir /mnt/md0
    # mount /dev/md0 /mnt/md0
    # df
    Filesystem 1k-blocks Used Available Use% Mounted on
    /dev/md0 2023760 20 1920940 0% /mnt/md0 #

Observe que o tamanho total é de aproximadamente 2GB, pelo fato de termos feito uma concatenação de duas unidades, cada uma com aproximadamente 1GB.

RAID Parte – X

24 de setembro de 2009

Comparação dos Níveis de RAID

Podemos fazer uma comparação entre os vários níveis de RAID, de acordo com desempenho (leitura, gravação e reconstrução), disponibilidade de dados e o número mínimo de unidades requeridas. Observe na tabela a descrição destes atributos para comparação dos níveis de RAID.

Tabela 3-1. Atributos de Comparação dos Vários Níveis de RAID

Nível de RAID Disponibilidade dos Dados Desempenho de Leitura Desempenho de Gravação Desempenho de Reconstrução Número Mínimo de Unidades Requeridas
RAID 0 Nenhuma Muito bom Muito bom Não disponível N
RAID 1 Excelente Muito bom Bom Bom 2N
RAID 4 Boa E/S seqüencial: Boa E/S transacional: Boa E/S seqüencial: Muito Boa E/S transacional: Ruim Satisfatória N + 1 (N pelo menos 2)
RAID 5 Boa E/S seqüencial: Boa E/S transacional: Muito Boa Satisfatória (a menos que o cache write-back seja usado) Ruim N + 1 (N pelo menos 2)
RAID 10 Excelente Muito boa Satisfatória Boa 2N
RAID 50 Excelente Muito boa Satisfatória Satisfatória N+2

RAID IX

23 de setembro de 2009

Desempenho de RAID

Utilizando RAID por software (MD), a possibilidade de acrescentar velocidade e avaliar o desempenho depende muito da configuração que você está usando. Para isto, nesta seção, iremos analisar algumas destas configurações.

Desempenho no MD RAID-0 e no MD RAID-linear

Se o sistema é altamente carregado com muitas operações de E/S (entrada e saída), estatisticamente, algumas operações irão para um disco, e algumas para os outros discos. Assim, o desempenho irá melhorar em um único disco grande. A melhora real depende muito dos dados reais, do tamanho das stripes, e de outros fatores. Em um sistema com uma baixa utilização de E/S, o desempenho é igual ao de um único disco.

Desempenho de Leitura no MD RAID-1

O MD implementa balanceamento de leitura, isto é, o código RAID-1 irá alternar entre cada um (dois ou mais) dos discos no espelho, fazendo leituras alternadas para cada um. Em uma situação de baixa E/S, isto não poderá mudar o desempenho total: você terá que esperar por um disco para completar a leitura. Porém, com dois discos em um ambiente de alta E/S, isto poderia aumentar duas vezes o desempenho de leitura, desde que as leituras possam ser emitidas para cada um dos discos em paralelo. Para N discos no espelho, a melhora do desempenho pode ser de 2N.

Desempenho de Escrita no MD RAID-1

Deve-se esperar a escrita ocorrer para todos os discos no espelho. Isto porque uma cópia dos dados deve ser escrita para cada um dos discos no espelho. Assim, o desempenho será aproximadamente igual ao desempenho de escrita para um único disco.

Desempenho de Leitura no MD RAID-4/5

Estatisticamente, um bloco pode estar em qualquer uma das unidades de disco, e assim o desempenho de leitura do RAID-4/5 é um tanto parecido com o do RAID-0. Isto irá depender dos dados, do tamanho da stripe e da aplicação. Não será tão bom quanto o desempenho de leitura de um arranjo espelhado.

Desempenho de Escrita no MD RAID-4/5

Será no geral consideravelmente mais lento do que aquele para um único disco. Isto porque a paridade deve ser escrita em um disco, assim como os dados em outro. Entretanto, para processar a nova paridade, a paridade antiga e os dados antigos devem ser lidos primeiramente. Os dados antigos, os dados novos e a paridade antiga devem ser todos comparados juntos, através da operação lógica XOR, para determinar a nova paridade: isto requer consideráveis ciclos de CPU em adição aos numerosos acessos ao disco.