Desmontando a curiosidade

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Difícil é saber quem conseguiu montar depois. rs

Quem nunca pensou em como é que o computador faz pra exibir uma imagem?

Eu sempre fui muito curioso em saber como as coisas funcionavam. Nos dias em que não podia sair com a bike ou jogar bola (admito, fui péssimo no futebol, sempre era o goleiro por razões óbvias) procurava desmontar as coisas como rádios velhos, pilhas (crianças não façam isso!), carrinhos eletrônicos que já estavam quebrados (alguns eu consertei!) o ferrorama…. Enfim queria saber como eram por dentro, suas engrenagens e mecanismos.

Com a informática não foi diferente, demorei muito pra me tornar um programador, procurei primeiro aprender com funcionava um S.O. e por meio das suas ferramentas resolver os problemas que encontrava, antes de ir pras profundezas do código-fonte. Afinal código-fonte e Windows não combinam, não é mesmo? No Linux, pude finalmente entender alguns conceitos da computação gráfica já que o X server lhe permite fazer várias experiências (quase sempre com resultados desastrosos) mas me deu a chance de entender esse conceito.

Nos dispositivos eletrônicos a tela nada mais é que uma matriz, e cada ponto desta matriz possui um valor que representa a cor daquele pixel, da mesma forma que uma imagem matricial, porém a tela é atualizada  várias vezes por segundo e por isso o processamento do vídeo demanda mais tempo do processador ou na maioria dos casos um processador dedicado a esta tarefa e um módulo de memória rápido o bastante para que não sejam percebidas as “travadas” na imagem decorrentes da queda do número de quadros por segundo de imagens enviadas para a tela.

É por isso que aquele jogo recém lançado requer uma placa gráfica melhor, ou um upgrade no processador ou até mesmo um micro novo para ter a capacidade de processamento necessária pra gerar todas aquelas animações de modo convincente.

E pensar que atualmente um computador capaz de executar plenamente os jogos de última geração ultrapassa a capacidade de processamento bruto dos supercomputadores do começo dos anos 1990!

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Uma resposta to “Desmontando a curiosidade”

  1. Rejane de lima Says:

    muito bom mesmo,voçê explicou tão bem que eu parecia estar dentro da tela vendo cada sequência ,e pude entender porque os vídeos demoram um pouco mais,que um processador.

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